Odeio o privilégio e o monopólio. Para mim, tudo o que não pode ser dividido com as multidões é “tabu”.

Frase de Mahatma Ghandi que peguei emprestada…

audier.gomesdias@hotmail.com

  

Secretário de Organização do PCdoB

São José da Lapa MG.

 

Abraços…

 

 

África São José.

 

Que caso

Tem a mesma poesia

Mesma alegria

Na cor da saudade?

Que letra

A mesma melodia

Conhecida fantasia

Fazendo a gente vibrar?

Motivo de tanta conversa

Em qualquer lugar!

 

Faz sina

Namoro e amizade

Esperança acima do plano,

Patriotismo de toda nação!

Um jogo uma partida,

É esporte é brincadeira

Pé no chão.

Saúde amizade e respeito

Futebol solução.

 

Na rima dessa conversa

Abraça a tolerância

Negro, Índio, Português,

Todo mundo é irmão!

Todo mundo é capaz!

Que caso traz

A verdade na ponta,

Bola na rede,

Simplicidade apronta

Deixando lindo

Qualquer barracão?

 

Negra, Mulata, Morena,Loirinha,

Brasileira!

Passa o batom nessa boca,

O colorido da roupa,

Mistura a torcida

No grito de olé:

olé!

Faz a bola rolar nesse campo

África São José.

Mistura fé e alegria

Num só coração

E haja quem fique parado

Por que Brasil é gol!

 

África, nós viemos te visitar

E agradecer

O esforço dessa negritude

Que fez o Brasil florescer.

Que fez o Brasil ser nação,

Na força na garra da luta

Dessa gente batuta

Que jogou no meu time.

E mesmo com a dor da

Separação,

Ofereceu:

Capoeira, batuque,

Samba, tempero,

Sangue vermelho,

A raiz deste carnaval.

 

África,

São José da Lapa

Quer te ver de pertinho

E trazer de presente

Futebol redenção,

Comemorar cada gol e vitória

Com muito

Samba de barracão….

 

audier.gomesdias@hotmail.com

 

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

 

São José da Lapa 30/10/2009

ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA, DA OBRA DE JOSÉ SARAMAGO, UM FILME DE VITOR MEIRELES.

 

RESENHA:

Os fatores que igualam os seres humanos e massificam as suas ações obrigando-os também os limitam em sua capacidade evolutiva social. Na sociedade em que o direito é entendido como única forma de controle social, o Estado exerce uma função de condicionador da sobrevivência, e luta contra as diferenças de posicionamento agindo de forma fiscalizadora do comportamento individual. A autoridade do Estado constituído, seja ele um estado democrático de direito ou totalitário, se fundamenta no uso exclusivo da força. Só ao Estado é dado o direito de coerção. Nenhum individuo pode tirar a liberdade de alguém, mas o Estado pode e deve, desde que este entenda que este alguém seja incapaz de exercer tal liberdade sem por em risco a convivência social. Neste sentido entende-se que a própria lei é fator condicionante e limitador, e que estar adaptado à sociedade, respeitar a lei, questioná-la ou mesmo conhecê-la corresponde a dar respostas mecânicas e aceitar a autoridade do outro sob quase todos os aspectos da vida. E estar assim adaptado é aceitar a limitação, é aceitar sem restrições as oportunidades de construir uma /sociedade que possa nos oferecer a possibilidade concreta de /desenvolvimento humano a que tanto aspiramos. Muitos dos que ofereceram de maneira tão generosa sua genialidade em favor da ciência acabaram queimados na fogueira da inquisição, felizmente hoje os direitos humanos não permitem que tal aconteça mas este é so outro aspecto da mesma lei. A frustração que sentimos em estarmos condicionados a realizar tarefas mecânicas, em agirmos como formiguinhas já que podemos voar é algo semelhante a viver em uma sociedade que não nos permite, por questões moraes, de costume ou mesmo pelo trauma histórico vivido, aspirar e realizar todo o nosso potencial humano. A vida só pode ser mantida em sua integridade se houver diversidade. Só é possível contemplar o outro de ângulos diferentes e sentir-se livre para imitá-lo ou não se formos culturalmente diferentes. Ser diferente não significa ser melhor ou ser pior do ponto de vista humano e evolutivo, significa que adotamos princípios éticos diferentes que interpretamos símbolos de forma diferente e que assim vivemos de forma diferente sem provocar no outro reações contrarias ou imposições. A única exigência que deveríamos fazer ao outro de forma legitima é a do respeito mutuo.  Respeitar o limite do outro ganha um significado avançado, significa estimulá-lo a ultrapassar este limite sem ferir o próximo. Este ato só é possível se entendermos nossa humanidade independente da matéria sobre a qual vivemos, ou se houver permissão para o cortejo. Neste contexto conhecer a limitação do outro é conhecer a lei e estar acima da lei.  Em legitima defesa eu posso matar. Posso ser imprudente, atropelar alguém, ameaçar a sua integridade fisica e mental e não ir para a cadeia. Mas em outras nações do mundo, poderia ir para a cadeira elétrica por muito menos. O juízo ou conceito depende quase exclusivamente do terceiro  observador imparcial que, raramente, presenciou a cena. Impor ao mundo uma mono visão ou cegueira, como se fosse natural, sem abalá-lo é uma grande ilusão. A população pobre tida como massa de manobra, sujeita a reproduzir uma ideologia que não expressa o seu interesse de classe ou mesmo o simples fato de esta mesma população não se reconhecer enquanto classe já é uma forma de exploração.  Permitir que o outro nos representasse, só é justificável se nossa sociedade for constituída sob a democracia, se o nosso representante for um continuador de nosso pensamento e facilitador da construção de nosso ideal desenvolvimentista, se este for nos consultar e após a consulta for capaz de sintetizar nossa vontade em projetos, programas ou leis que nos permitam viver o ideal coletivo.

A obra de Saramago nos remete a um mundo que definitivamente se parece muito com o nosso, onde pessoas se deixam dominar e acabam por assumir a limitação imposta como se fosse natural. Só o desenvolvimento é natural. Não somos coelhos, que aprisionados se reproduzem em relações incestuosas e fragilizam a raça.

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SEM VAIDADE.

Nessa pouca
Tenra idade
Resolvi fazer da vida
Minha vida e, do amor,
Verso sem vaidade,
Uma frente sem protesto.
Manifesto! Manifesto para a eternidade.
Fazer de todo problema
Oportunidade e,
Do caminho regresso.
Confesso!
Fazer de o passo caminhar,
Da estrada lucidez.
Dos espinhos
escada
Para as flores,
De todas as pétalas
Amores,
Experiência
Melhor que a virgindade!
Só a tolerância é a possibilidade
De voar e ser
A favor da plenitude.
Vale-me a tenra idade,
A beleza e a saúde.
Tantas rosas mal amadas
Tantas macias tortas
Marias torturadas
Outras manias e
Magias
Maças e poesias
Que se oferecerem
Sem pender
Do galho.
Ârvore no alvorecer.
Passaredo!
Mas o tempo o clima engole
Sem mastigar
Ocidental perdão
Língua falada escrita sem
Excitação.
Só amor e amor.
Nudez e despudor
Luz e encenação.
Minha cor, eu sei de cor,
Tamanha palidez.
Tua face lívida de manhã
Ávida de anoitecer.
Tua noturna sedução
Teu lençol
Que alvo diz
Silencio e solidão.
Tantos mil outros amores,
Tantos mil que te quiseram.
Tantas almas
Tantas flores
Tantas frutas no quintal
E a tua vida
Incrustada na
Praia do pontal.
Uma embrutecida fama
Ser poeta em meio a tanta e tanta
Ansiedade.
Caminhos largos e sombrios
Sem meio fio
Sem parente e
Sobretudo sem parede
Cela mula e cacoete
Tudo permanece sólido e afim,
Tudo parte do que muda
Cala e fala
E grita
Em mim.
Nessa tenra idade.
Amor hipocrisia
Cosmético e
Verdade.
Verdade.
Verdade,
idade
Saudade.

audier.gomesdias@hotmail.com

 SÃO JOSÉ DA LAPA

17 ANOS DE EMANCIPAÇÃO E SUA

1ª CONFERENCIA MUNICIPAL DE CULTURA.

 

A Prefeitura de Municipal de São José da Lapa, através da Secretaria Municipal de Cultura Esporte e Lazer está preparando a realização de suas pré-conferencias para discutir a Cultura do Município e preparar a nossa Primeira Conferencia Municipal de Cultura, um marco histórico para o nosso Jovem Município, sabemos que Cultura é o nosso maior patrimônio. A 1ª Conferência Municipal de Cultura tem o objetivo de promover o encontro entre cidadãos e os representantes do Governo Municipal para que possam construir propostas de políticas públicas de cultura. A Conferência Municipal de Cultura é o momento em que a sociedade civil e as organizações que têm interesse em discutir a concepção de cultura da cidade se reúnem para traçar um plano municipal e, ao mesmo tempo, influenciar as mudanças que têm sido realizadas nessa esfera pelo Governo Federal. A conferencia tem como objetivo, também, a implantação do Conselho Municipal de Cultura, trata-se de um instrumento de democratização da gestão cultural e, como conseqüência, do Estado, contribuindo para que haja maior participação na elaboração da política cultural. A criação do Conselho Municipal de Cultura significa, na pratica, maior transparência na gestão cultural, porque permite um acompanhamento mais próximo, por parte da sociedade, das ações de governo no campo cultural. Com isto, ajuda a reverter antigos vícios: ficam dificultadas as práticas clientelistas e o uso dos recursos públicos para fins particulares dos administradores públicos e de setores a eles associados. Como a comunidade passa a ter acesso mais direto às decisões de caráter cultural, aumenta seu poder de dialogo com o poder público. Com a criação do Conselho, o direito do cidadão à participação nas decisões governamentais é aprofundado e reforçado. Ocorre, portanto, uma ampliação da cidadania. Um dos principais resultados do funcionalismo do Conselho é o aumento da exigência de que o município adote uma política cultural, em lugar de uma série de ações desencontradas, promovidas pela Prefeitura, pelo Governo do Estado e pela sociedade. A maior participação de representantes dos setores envolvidos pode contribuir positivamente para a qualidade da política cultural elaborada e para a eficácia de sua execução. Um número maior de idéias tende a circular na elaboração e avaliação de propostas. Passa a haver maior identificação dos agentes culturais com a política cultural. Torna-se possível uma maior aproximação com as aspirações da população. A criação de um Conselho Municipal de Cultura pode ser um instrumento adequado para abrir a gestão cultural para a sociedade civil. Como se pode perceber a participação de todos os cidadãos nas pré-conferencias, na conferencia e no conselho de cultura é fundamental para o desenvolvimento da cultura em nosso município e tudo o que este desenvolvimento representa em termos de acesso ao conhecimento e ao entretenimento que pode assumir caráter educativo patrimonial e econômico. Venha participar conosco desta construção democrática. A lei que cria o conselho municipal de cultura já foi sancionada pelo nosso digníssimo prefeito e sua copia pode ser adquirida gratuitamente na Biblioteca Pública Municipal D. Efigênia Chalita. Nosso convite chega a vossa porta como uma boa noticia que poderá ser melhor ainda, dependendo apenas de sua participação.

O calendário com a divulgação das datas e locais das pré-conferencias e da Conferencia Municipal estará em breve disponível  também neste blog.

 O ENDEREÇO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL D. EFIGÊNIA CHALITA VOCÊ

PODE VISUALIZAR LOGO ABAIXO NA PAGINA DA BIBLIOTECA. APROVEITE

PEGUE UM BOM LIVRO EMPRESTADO E, SE POSSIVEL, DOE LIVROS E REVISTAS.

DOAR  LIVROS É COMPARTILHAR CONHECIMENTO !

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Palco da Cultura

A produção Artística e Cultural de São José da Lapa, no âmbito popular, vem passando por profundas transformações, graças ao modelo de gestão adotado, que permite a participação efetiva dos agentes culturais e artistas da comunidade local. O diagnostico, reconhecimento e integração proporcionados por este modelo de gestão através dos programas adotados, em especial o “Palco da Cultura”, cria a feliz necessidade de melhorar a diversidade de manifestações artísticas e ampliar a produção de conteúdos, principalmente os que despertem ainda mais a criatividade e motivem a participação da juventude, descobrindo novos talentos e propiciando a consolidação de um mercado local de cultura, gerando renda e vocacionando a economia local para um mercado não poluidor com forte apelo ao turismo, principal fonte de renda de inúmeras cidades brasileiras. A localização espacial privilegiada de São José da Lapa, região metropolitana de Belo Horizonte, portão de entrada da futura sede administrativa do governo estadual, próxima ao aeroporto internacional Tancredo Neves (Confins) faz de São José da Lapa alternativa à altura para Belo Horizonte cujo turismo é essencialmente de negócios. Criar um pólo de cultura local, com forte inserção social e apelo para a hospitalidade de sua população, traz para São José da lapa possibilidades reais de sustentabilidade econômica, com conseqüências imediatas na realidade urbana.   

O crescimento populacional e ao aumento de demanda para os serviços sociais em nosso município faz-se crescente, não permitindo a omissão do poder público para o que esta densidade demográfica representa em impactos negativos na segurança pública, na educação, no direito universal ao atendimento em saúde e na precariedade de aparelhos sócio-educativos que, já se demonstram ineficientes, apesar dos esforços contínuos da atual administração em melhorá-los. É neste contexto que a criação, implementação e consolidação de uma política cultural planejada para integrar, ampliar e diversificar a produção artística, seja ela voltada para a indústria de entretenimento ou para o conhecimento, é essencialmente transformadora e capaz, verdadeira ferramenta na construção de um modelo civilizacional participativo, fraterno e igualitário, seja pelo conhecimento de direitos ou pela liberdade democrática permitida.

A experimentação proporcionada aos participantes do Palco da Cultura a partir da vivencia concreta, e da observação do outro enquanto ser social traz à consciência a importância da cidadania na construção de novos paradigmas sociais mais justos e humanos, traz junto com o trabalho da criatividade a necessidade de reinventar a sociedade onde vivemos iniciando pela própria relação com o outro.

Tendo em vista os benefícios duradouros, fica evidenciada a importância do projeto apresentado e a sua iniciativa. Haja vista a divida cultural histórica acumulada nos governos passados, herdada pelo governo atual, divida essa que só poderá ser saudada com iniciativas que envolvam toda a sociedade em atividades desta natureza e promovam juntamente a formação humana. Esse é o inicio de uma nova ordem social onde a responsabilidade de construção histórica é compartilhada, somos agentes e não mais meros sujeitos da história, nossas atitudes teen conseqüências reais e objetivas, somos lideres de um movimento de vanguarda que corresponde hoje a uma revolução de cunho social e caráter permanente. São José da Lapa não será mais a mesma, a luta continua, mas, os frutos da verdadeira democracia que caminha rumo ao socialismo são conquistas diárias e exigem esforço coletivo. Organizar e Construir uma política cultural popular com foco no bem comum é tarefa que só pode ser executada com muitas mãos.

 

***************************************

 CONTATOS:

3623 33 01 , BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL

3623 79 97 , SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA

 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

POESIA 

  

VERONICA 120

  

POETISA CONCRETA

 

CONCRETO ARMADO,

ABSTRATO LEO,

CAOS AO CAOS

EM ORDEM SOCIAL !

ENTRE O BEM E O LEGADO

MINHA SINA

NUA DE PASSADO.

CATEGORICAMENTE RUIN,

GEOMETRIA RASGADA,

OBLITERADA, VÂ,

MEIO A MEIO FIM.

 

É MINHA POESIA,

MINHA CONCRETUDE,

MINHA FLOR,

MINHA MAÇÃ,

SOMA PRODUTO DERIVADO

FUNÇÃO DO TRAÇO NO PAPEL.

VERBO ABSINTO CRÚ,

COORDENADO DE DESILUSÃO.

 

DIVIDIU A PROVA

EM DÓ E RÉ MENOR,

FRACIONOU MEU CORAÇÃO.

POESIA TENSIONADA

LAGOA DE LAGRIMAS

NADA

NADADOR

A PRAIA, O SOL

E EU VEJO UM SÓ

OBJETIVADO AMOR.

FAZ DE MIM UM POR UM

PROPORCIONAL AO INFINITO

TENDENDO AO ZERO ABSOLUTO

CLARO ESCURO CONCRETAMENTE NITIDO.

 

ENTANTO,

MINHA POESIA,

JAMAIS FOSTE CONCRETA,

CINZA OU RIGIDA DEMAIS,

OPORTUNISTA E FLEXIVEL

NASCIDA PRIMATA E MORTA SAPIENS

CIÊNCIA DE IR E VIR.

 

MINHA POESIA ÉS MINHA POETISA

ÉS TOSCA RÉTA

MATEMATICAMENTE CALCULADA,

CONSTANTE E LETAL.

 

MINHA!

   INQUESTIONAVEL, IMPENETRAVEL, SÃ,

      LEGIVEL EM SUA ÉTICA ACIDENTAL.

         OCIDENTAL.

            DENTAL.

                PORQUE DE PERTO

                    A MESA POSTA,

                        O BANQUETE É O POETA

                                       HETEROGENEAMENTE IGUAL!

 

audier.gomesdias@hotmail.com

 

 

  

MULHERES

RISCO ANONIMO QUE

MARCA A ETERNIDADE,

TODO  EFEMERO POSSIVEL

TODO INACREDITAVEL

E INCRIVEL.

ANDAR E BRILHO ACIMA DE TODO O

NADA

CONSTANTE DE RAZAO E DESEJO…

 

SEM BATON E… BEIJO!

TAPETE ESTENDIDO NA SALA DE ESTAR,

TANTA MOEDA TANTA TROCA E UM JOGO

DE OLHAR

MEIAS PALAVRAS DE VERDADE…

LUZ CONTRASTE E INTENSIDADE,

LUDICO OLHAR QUE MOVE O MUNDO…

PALAVRAS QUE PERFAZEM ASSUNTOS

ASSUNTOS QUE PERCORREM PALAVRAS

SENSATEZ

INAUDIVEL  IMAGINAÇãO.

CARTA QUE NAO CHEGA.

ESPERANÇA E SOLIDãO.

audier.gomesdias@hotmail.com

SURSIS

LIBERDADE E ZELO

O POTRO QUE VIROU CAMELO

REGRA REGULAMENTO MENSURAÇAO

RISCO E CONTROLE SOCIAL

O RUMO E O PRUMO

O FURTO OU O PECULATO

LEI GERAL ESTADO MINIMO E CONTRATO

TENOR CONTRALTO E HIPOCONDRIACA HIPOCRISIA

PALHAÇO ALEGRIA

PENSANDO A FORCA E A FAMA TIRADENTES

CONFIDENTE CUMPLICE CONSORCIO

ESTRANHO LAICO ABOMINAVEL SOCIO

DESTA CONSTITUINTE SUFRAGIL FRAGIL UNIVERSAL

QUEM POLIS POLITICO DESCREDITO REPRESENTA O ZE POVO NINGUEM

CHEIRA O OPIO PROFESSA  A FE E DIZ AMEM !

PRODUZ E NAO CONSOME OU

GANHA E NAO TRABALHA

OS DENTES BRANCOS COR DE MORTALHA

ATITUDE FAROL NA ESCURIDAO

REBUTALHO DOIDO DE RETALHO REMENDO DE DESILUSAO

MAS ASSIM A VANGUARDA COMANDA DOMINA E INTEGRA AS MINORIAS

TODAS EM IDENTIDADE E MASSA

FAZ A NAÇAO MAIS SOBERANA

CORROI NA ALMA A PROPRIA TRAÇA

CAUTERIZA O FOGO A FOGO INTENÇO…

FORJA UM NOVO TRABALHADOR PROLETARIO E

APONTA O RUMO ALEM DO BRUMARIO.

audier.gomesdias@hotmail.com

++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

PERFIL

  

VEM

QUE O TEMPO CORRE A TOA

QUE A LUZ DO MOMENTO

MATA, VIVE OU MORRE

UMA PESSOA.

VEM

QUE A LARGURA É A HABILIDADE

DE SONHAR E DIZER

AS COISAS QUE NÃO VEMOS E SÃO

PINTADAS NA PAISAGEM

A GENTE QUE PINTOU

EMOLDURADA NA PASSAGEM.

PERFIL ?

TUDO É PERFIL!

SAGRADO, PROFANO OU GENTIL…

ASSIM DE LADO,

SEM CONTORNO APARENTE

OU JULGAMENTO DE VALOR.

PRECONCEBIDO

PRECONCEITO TORTO SEM PUDOR,

DE SENTIMENTO QUE NÃO SENTE.

ESTANPADA CARA A CARA

SANGUE SUOR E TATUAGEM NO JORNAL…

TUDO , CLARO, VERMELHO

E OCULTO NO INTERIOR BURGUES

DO ANIMAL.

CONCRETO PASSAPORTE ROMPENDO,

ABAFANDO A  DENSA MATA

NA GROSSA INSENSATEZ DE UM GESTO FINO:

TEU AMOR PELA HUMANIDADE, ESSE

MENINO

NÚ, FAMINTO

DE GRÃO E DE SABER.

A PERGUNTA POSSIVEL

PORQUE CORRE, MENINO É VÃO,

A RESPOSTA TACITA ABSOLUTA:

NÃO HÁ ROMANCE OU CASAMENTO SÓ

REVOLUÇÃO.

audier.gomesdias@hotmail.com

 

*********************************************************

 

SEM FRONTEIRA

MARCADO OBVIO

RISCO LICITO

AO REDOR DO MORTO

HORIZONTALMENTE POSTO

PLANO IMPERFEITO FAÇO.

RAPIDA QUEDA

VERTICAL SUCINTA

SANGUE NOMINAL.

MÃO ESTENDIDA

BRAÇO DEDO EXPOSTO

DIGITAL,

MANCHA DE FIDELIDADE NO PAPEL.

FACE VELADA AO VENTO

CORADA DE CORAGEM SAUDAÇÃO,

FOICE E MARTELO AO CHÃO.

CONTINENCIA

CORPO QUE IMOVEL FALA

RAZÃO INEXPLICADA

LOGICA TRANSPARENTE

DIAGONAL OPOSTA À PEDRA

LIQUIDO CAMINHO DE SERPENTE.

AGUIA DOURADA,

SONHO QUE SE VIVE GRANDEMENTE.

CALADO SOLTO CONCENTRADO RISO,

PRIMAVERA OUTONO

REVOLUCIONANDO A TERRA

REVOLVENDO O PISO.

ABERTA VEIA E VALA

CAIXA RETANGULO EM QUE

SÓ SE DORME UMA VEZ

NA VIDA.

ESPAÇO SEM ESPAÇO,

VITÓRIA BANDEIRA E MASTRO

FLAMEJANTE LAÇO

MACETE PUNÇAO RELEVO,

ROSTO TRAÇADO NA MADEIRA…

EM PLENO SOL NA PRAÇA

O POVO A ESCULTURA O OLHAR QUE

CONSTANTE PASSA.

PENSAMENTO SEM FRONTEIRA.

 

 

audier.gomesdias@hotmail.com

 *************************

NOVIDADES…  

PASSA A VIDA E TUDO FICA

DE NOVO NOVIDADE

MISTERIOS SÃO

SONHO TESÃO E ETERNIDADE.

AMOR INCONDICIONAL AMOR

É A LENTE QUE ENGANA O OLHO

FAZ DO HOMEM FEMININO

DA MULHER SAUDADE.

QUANTOS EGOS NESSA

CASA DE MADEIRA

UMA CASA SÓ,

UMA FAMILIA SÓ,

UM FURACÃO QUE TE DESTELHA.

O VERDE ,

O MATO ,

O JARDIN,

TOMS IGUAIS  DA MESMA COR.

A PORTEIRA ABERTA

OU FECHADA.

O GADO MANSO

MESMO

HOMEM QUE PASSA.

VIDA GRILO E CERRAÇÃO,

O MENINO, O LEITE, A TETA.

O BOTECO, A PINGA, A TRETA

ELUCIDAÇÃO…

MULHER PINTANDO UNHA,

MULHER LAVANDO ROUPA,

A MESMA TROUXA O MESMO ANIMAL

NESSA LOGICA FATAL.

SENSUALIDADE DE VESTIDO AO VENTO

E O PASSARINHO QUE CANTOU

CORUJA NA MADRUGADA DO ACENTO.

CONTA QUEBRADA,

CONSORCIO

O TELEFONE TOCA

O RADIO DIZ A HORA  

E A MENINA

CHORA TE ESPERANDO NO SOFÁ.

TODO FIM É UM COMEÇO,

UM IMPULSO

UM TROPEÇO,

UM ABRAÇO QUE TE IMPEDE

DE CAIR OU DE

VOAR.

OUTRO SER QUE SOME

OU QUE TE ASSUME

TE FAZ DORMIR

NÃO FAZ SONHAR.

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*****************************************************

   

VERONICA_RIBEIRO

 

Foi-se o tempo em que a tua doce santidade me afligia

 

HOJE ESPERO EM TI

DA TUA JUSTA REBELDIA

BROTAR

UM TEMPO MELHOR DE VIVER

QUE O

TEMPO PASSE E A UVA

VIRE UVA PASSA

E TUDO O MAIS ENCOLHA

POSSO COMPREENDER

MAS NUNCA A VOSSA ALMA

ESPLENDIDA

QUE SÓ TEM

VONTADE DE VIVER.

SOLIDÁRIA E SIMPLES

POREM LIBIDINOSA

NUNCA SEM PUDOR.

ROSTO CORADO DE SAUDE

EDUCAÇÃO E ATITUDE.

DESTELHANDO PALACIOS

COM UM RISCO NO PAPEL.

LOUVOR?

REVOLUÇÃO!

COMEÇA EM TI

NA DENSIDADE DE UM SENTIMENTO NOBRE

GENTE EXTRAORDINARIA

GENTE PODEROSA E POBRE…

VIVENDO APENAS

COM O QUE PRECISA E TEM.

NA LUZ DA RAZÃO

DIZ AGORA A TUA DOCE PRECE.

E AMEM

QUEM TE MERECE?

QUEM TE BUSCA?

QUEM TE ESQUECE?

PARA TODAS AS QUESTÕES

TODOS, ALGUNS

E ALGUEM.

TUA CLASSE,

TUA SINA, EDUCANDO O POVO

DIALETICAMENTE FORJANDO PARA A LUTA

O OPERARIO E O PÃO

QUERENDO IDEOLOGIA

           PREGANDO REVOLUÇÃO.

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*********************************************************************************************************

SEM VAIDADE.

Nessa pouca
Tenra idade
Resolvi fazer da vida
Minha vida e, do amor,
Verso sem vaidade,
Uma frente sem protesto.
Manifesto! Manifesto para a eternidade.
Fazer de todo problema
Oportunidade e,
Do caminho regresso.
Confesso!
Fazer de o passo caminhar,
Da estrada lucidez.
Dos espinhos
escada
Para as flores,
De todas as pétalas
Amores,
Experiência
Melhor que a virgindade!
Só a tolerância é a possibilidade
De voar e ser
A favor da plenitude.
Vale-me a tenra idade,
A beleza e a saúde.
Tantas rosas mal amadas
Tantas macias tortas
Marias torturadas
Outras manias e
Magias
Maças e poesias
Que se oferecerem
Sem pender
Do galho.
Ârvore no alvorecer.
Passaredo!
Mas o tempo o clima engole
Sem mastigar
Ocidental perdão
Língua falada escrita sem
Excitação.
Só amor e amor.
Nudez e despudor
Luz e encenação.
Minha cor, eu sei de cor,
Tamanha palidez.
Tua face lívida de manhã
Ávida de anoitecer.
Tua noturna sedução
Teu lençol
Que alvo diz
Silencio e solidão.
Tantos mil outros amores,
Tantos mil que te quiseram.
Tantas almas
Tantas flores
Tantas frutas no quintal
E a tua vida
Incrustada na
Praia do pontal.
Uma embrutecida fama
Ser poeta em meio a tanta e tanta
Ansiedade.
Caminhos largos e sombrios
Sem meio fio
Sem parente e
Sobretudo sem parede
Cela mula e cacoete
Tudo permanece sólido e afim,
Tudo parte do que muda
Cala e fala
E grita
Em mim.
Nessa tenra idade.
Amor hipocrisia
Cosmético e
Verdade.
Verdade.
Verdade,
idade
Saudade.

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